domingo, 9 de agosto de 2009

MEU वलोर:






MEU VALOR:
Cada um de nós tem uma especialidade.
Meu valor é a qualidade, a virtude que mais caracteriza sua personalidade, sendo uma contribuição para todo o sistema.


SER ÉTICO:
O termo ética deriva do grego ethos, que antigamente possuía duas significações complementares. Por um lado, ethos significava a morada do homem, a sua habitação, lugar onde o homem está resguardado das ameaças e riscos do mundo. Por outro lado, o ethos significa o comportamento que resulta de um constante repetir-se dos mesmos atos.

Podemos definir a ética como uma elaboração teórica da prática humana, que busca determinar a conduta que se dirige ao bem.
A ética está baseada em nossos valores que se tornam princípios. Quando adotamos uma atitude com o entendimento de que aquilo é verdadeiro e correto, já não estamos mais seguindo regras e sim princípios.
Ser ético é basear a vida e relações em princípios.


INOVAR:
Para inovar, é necessário olhar as coisas de forma diferente, fazer novas perguntas e desenvolver soluções criativas. Reinventar-se.
Mudar não é renovar a mesmice reformando o velho, mas a mudança nasce com uma transformação da consciência. Ao olhar e sentir de forma diferente, pode-se trazer soluções criativas.

A base da inovação é a criatividade.
Criatividade defini-se como capacidades mentais de mudar, produzir idéias relevantes e/ou inusitadas e ver além da situação imediata.(Kneller)
Pessoa criativa é aquela que investiga suas potencialidades, dialoga, vê possíveis soluções, sabe das forças e das fraquezas do seu comportamento e, especialmente, empenha-se para que sua idéia germine.
Todos os seres humanos são dotados do potencial criativo, faz parte da natureza humana. Na realidade, não se trata da pessoa “ser, ou não ser criativa”, trata-se do quanto ela acredita e investe nessa capacidade inerente à condição humana.


CONFIAR:
O alicerce da construção de nossos sonhos é a confiança em si mesmo e a confiança nos outros, pois fazemos parte de uma sociedade em que somos interdependentes.
A confiança em si mesmo baseia-se no autoconhecimento, onde somos capazes de identificar nossos pontos fortes para aprimorá-los e nossos pontos fracos, para transformá-los.
Um ambiente de confiança, onde oportunidades são oferecidas, é essencial para que o indivíduo possa desenvolver suas habilidades e para que o grupo se torne mais coeso, onde cada componente sinta-se responsável pelo sucesso do propósito definido.


RESPEITAR:
Etimologicamente, a palavra respeitar dá o sentido de "olhar a", "olhar para". Olhar a pessoa como um ser único e singular, sem julgamentos ou críticas, olhar e ver o que ela é, sem negações ou distorções. Respeitar-se é olhar para si obedecendo aos mesmos princípios.
O verdadeiro cidadão é aquele que melhora a si mesmo e com isso muda o mundo. O verdadeiro revolucionário é aquele que revoluciona o seu interior pelo respeito próprio, fazendo com que o mundo respeite sua merecida dignidade.
Quando há respeito, sempre se procura ajudar o outro a se desenvolver, dando uma oportunidade, um voto de confiança.
O verdadeiro respeito não é imposto pelo papel que representamos, mas é conquistado através do comportamento alinhado com os valores.

"Há certas horas, em que não precisamos de um Amor...
Não precisamos da paixão desmedida...
Não queremos beijo na boca...
E nem corpos a se encontrar na maciez de uma cama...

Há certas horas, que só queremos a mão no ombro, o abraço apertado ou mesmo o estar ali, quietinho, ao lado...
Sem nada dizer...

Há certas horas, quando sentimos que estamos pra chorar, que desejamos uma presença amiga, a nos ouvir paciente, a brincar com a gente, a nos fazer sorrir...

Alguém que ria de nossas piadas sem graça...
Que ache nossas tristezas as maiores do mundo...
Que nos teça elogios sem fim...
E que apesar de todas essas mentiras úteis, nos seja de uma sinceridade
inquestionável...

Que nos mande calar a boca ou nos evite um gesto impensado...
Alguém que nos possa dizer:

Acho que você está errado, mas estou do seu lado...
Ou alguém que apenas diga:
Sou seu amor! E estou Aqui!"

Eu não vim fazer juras, nem promessas. Estive na sua vida por esse curto período de tempo com a intenção de mostrar a você o quanto nós poderíamos ser felizes... Mas fui condenado antes disso... Lembre-se, amei você todos os dias em que estivemos juntos". (Alex C. de Oliveira)

domingo, 2 de agosto de 2009


" Amor Ingrato"

Que triste foi para mim conhecer o amor
Que me deu felicidade mas também muita dor...
Quando tudo parecia estar bem, algo mudou!
O quê não sei, só sei que acabou!
Meu amor por ti é maior que o mundo
Por isso me sinto como num posso sem fundo
Nosso amor é tão lindo e ainda não findou
Mas por sermos diferentes a relação terminou
Não aguentava mais tanta pressão
Agora não suporto tamanha solidão
Ficámos amigos, mas não te quero ver
Pois o meu coração é frágil e estou a sofrer
Basta de sofrimento,basta de solidão!
Preciso voltar a viver e esquecer esta paixão
que me leva à depressão...

sábado, 1 de agosto de 2009


Fiz de tudo p’ra te entender…
Desatei pensamentos…
Libertei sentimentos…

Despi minha alma, nos versos que te escrevi

Falei-te de minhas tristezas…
Angústias e incertezas
Pedia-te carinho, amor, compreensão…
Mas foi tudo em vão

Tu só pensavas em ti

Foi quando enxerguei por fim,
Tentando não te perder …
Acabei perdendo-me de mim...

domingo, 19 de julho de 2009






O sempre surpreendente Guimarães Rosa dizia: “o animal satisfeito dorme”. Por trás dessa aparente obviedade está um dos mais fundos alertas contra o risco de cairmos na monotonia existencial, na redundância afetiva e na indigência intelectual. O que o escritor tão bem percebeu é que a condição humana perde substância e energia vital toda vez que sente plenamente confortável com a maneira como as coisas já estão, rendendo-se à sedução do repouso e a imobilizando-se na acomodação.

A advertência é preciosa: não esquecer que a satisfação conclui, encerra, termina; a satisfação não deixa margem para a continuidade, para o prosseguimento, para a persistência, para o desdobramento. A satisfação, acalma, limita, amortece.

Por isso, quando alguém diz “fiquei muito satisfeito com você” ou “estou muito satisfeita com teu trabalho”, é assustador. O que se quer dizer com isso? Que nada mais de mim se deseja? Que o ponto atual é meu limite e, portanto, minha possibilidade? Que de mim nada mais além se pode esperar? Que está bom como está?

Assim seria apavorante; passaria a idéia de que desse jeito já basta. Ora, o agradável é quando alguém diz: “teu trabalho (ou carinho, ou comida, ou aula, ou texto, ou música etc.) é bom, fiquei muito insatisfeito e, portanto quero mais, quero continuar, quero conhecer outras coisas”.

Um bom filme não é exatamente aquele que, quando termina, ficamos insatisfeitos, parados, olhando, quietos, para a tela, enquanto passam os letreiros, desejando que não cesse? Um bom livro não é aquele que, quando encerramos a leitura, o deixamos um pouco apoiado no colo, absortos e distantes, pensando que não poderia terminar? Uma boa festa, um bom jogo, um bom passeio, uma boa cerimônia não é aquela que queremos que se prolongue?

Com a vida de cada um e de cada uma também tem de ser assim; afinal de contas, não nascemos prontos e acabados. Ainda bem, pois estar satisfeito consigo mesmo é considerar-se terminado e constrangido ao possível da condição do momento.
Quando crianças (só as crianças?), muitas vezes, diante da tensão provocada por algum desafio que exigia esforço (estudar, treinar, emagrecer, etc) ficávamos preocupados e irritados, sonhando e pensando: por que a gente já não nasce pronto, sabendo todas as coisas? Bela e ingênua perspectiva. É fundamental não nascermos sabendo e nem prontos; o ser que nasce sabendo não terá novidades, só reiterações. Somos seres de insatisfação e precisamos ter nisso alguma dose de ambição; todavia, ambição é diferente de ganância, dado que o ambicioso quer mais e melhor, enquanto que o ganancioso quer só para si próprio.

Nascer sabendo é uma limitação porque obriga a apenas repetir e, nunca, a criar, inovar, refazer, modificar. Quanto mais se nasce pronto, mais refém do que já se sabe e, portanto, do passado; aprender sempre é o que mais impede que nos tornemos prisioneiros de situações que, por serem inéditas, não saberíamos enfrentar.

Diante dessa realidade, é absurdo acreditar não idéia de que uma pessoa, quando mais vive, mais velha fica; para que alguém quanto mais vivesse mais velho ficasse, teria de ter nascido pronto e ir se gastando...

Isso não ocorre com gente, e sim com fogão, sapato, geladeira. Gente não nasce pronta e vai se gastando; gente nasce não-pronta, e vai se fazendo. Eu, no ano que estamos, sou a minha mais nova edição (revista e, às vezes, um pouco ampliada); o mais velho de mim (se é o tempo a medida) está no meu passado e não no presente.

Demora um pouco para entender tudo isso; aliás, como falou o mesmo Guimarães, “não convém fazer escândalos de começo; só aos poucos é que o escuro é claro”...

Não nascemos prontos!
Mário Sérgio Cortella

sexta-feira, 17 de julho de 2009




Ola garota! Vez ou outra, surpreendo-me pensando em você. Sim, não foram muitos os meses que passamos juntos, e é compreensível que essa reação ocorra.
Mas, para lhe dizer a verdade, não gosto, nem ao menos um pouco , dessa situação. Ate consigo lembrar-me de bons momentos que vivemos juntos. Mas confesso que é horrível quando findam as lembranças desses bons momentos e surge a amargura cravada na memória dos últimos dias juntos.
Não queria que nada daquilo tivesse ocorrido. Começamos tão bem. Tivemos a aprovação de todos. Mas o rumo que o nosso relacionamento tomou foi o pior possível.
Evidentemente que escrevo essas linhas apenas para que saiba do meu interesse em manter contato com você e desfazer aquela péssima imagem que ficou a meu respeito.
Sabe, amar não é crime, e, por esse motivo, permito-me lembrar de você, escrever para você e... amar você eternamente
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